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BAH!rulho
Lançamento

Back To The Start é o novo disco de Pedro Nascente

Compositor hamburguense lança álbum acústico inspirado nas suas influências da música folk

Divulgação
Capa do novo trabalho de Pedro Nascente
Sob o pseudônimo Peter Frost, ele produziu e gravou sozinho no seu quarto nove discos. Agora, aos 19 anos, lança seu terceiro trabalho autoral assinado como Pedro Nascente. Depois do disco Delírios Sob a Noite Sem Cor (2015) e do EP A Princesa (2016), o jovem músico e compositor hamburguense liberou nesta sexta-feira o álbum Back To The Start.

Apostando na sua veia folk-blues-rock, o trabalho marca o primeiro lançamento de Pedro em inglês, com dez faixas acústicas. "Eu queria que soasse verdadeiro, com erros, como se você estivesse me vendo cantar na sua frente. Por isso que foi tudo gravado ao vivo no estúdio, sem muita pós-produção. No máximo um piano aqui, uma percussão ali, mas a ideia era manter a essência da música, exposta, nua, com infinitas interpretações", conta Pedro, que deixou na mão do produtor "Peter Frost" o trabalho de fazer o disco soar como uma gravação analógica.

"Back To The Start é, em essência, um disco sobre amor. Metade dele foi feita em uma semana agitada da minha vida, cheia de altos e baixos emocionais. Tenho o costume de compor e não pensei de imediato em fazer um disco. Mas na medida em que as músicas foram surgindo, me dei conta de que precisava colocar aqueles sentimentos pra fora", relata. O Bah!rulho pediu pro Pedro Nascente comentar faixa a faixa as canções do novo trabalho. Então, dá play no disco lá embaixo enquanto tu confere as impressões do músico sobre suas novas composições. Se liga aí:

Understand

Foi a primeira da safra a ser composta, e talvez seja a que eu mais gosto. Ela traduz bem o som que me trouxe pro folk: o violão leve, a gaita colando os acordes, a melodia passeando... Por isso tudo que a escolhi para abrir o disco.

Hold On

Compus achando que era o Bruce Springsteen. Aí me dei conta de que nunca fui e terminei interpretando do meu jeito. Foi escolhida pelo selo (Music For All, que está divulgando o novo single e lançou o EP A Princesa em Portugal) como single do trabalho. Fiquei um pouco em dúvida quando me disseram, mas depois entendi. Adoro a melodia dela também.

Leaves Fall

Essa tem a participação do Felipe Saul nas guitarras. Grande amigo meu, tem uma banda muito boa em Canela chamada Youseffes. Gravamos uma noite na minha casa, quase depois do horário de silêncio. No resultado final achei ela a mais pop/radiofônica do disco, mas adoro a letra!

Workin' on a Dream

Adoro a letra dessa também, cheia de jogos de palavras, alguns que eu sei que só eu vou entender. No geral ela é sobre confiar no amor e fazer dar certo quando as coisas parecem estar dando errado.

Can't

Essa é antiga... Composta em março de 2013, saiu no meu primeiro álbum, Old Lagoon (hoje fora de catálogo), e eu resolvi fazer uma versão acústica, do jeito que fazia há muitos anos, quando mostrava ela pra alguém. Entrou no disco mais pela nostalgia e energia que ela passa.

In It's Place

Eu precisava fazer um blues! Nenhum álbum de folk fica completo sem um blues. A letra é real e se aplica a vários contextos da minha vida, e creio que da vida de qualquer um. Precisar de um tempo pra por os pensamentos no lugar.

True Story Train

Essa é de 2014. Essa tem o Franco Bittencourt na guitarra solo, trazendo as camadas que só ele consegue trazer pras minhas músicas. Eu gostei porque ficou como nos nossos shows, nós conversando sem usar palavras.

Back to The Start

Também conhecida como faixa-título, ela é um countryzinho que conta a estória de uma mulher, dona de uma loja de souvenires que gostaria de voltar ao começo, depois de todas os calos que a vida lhe trouxe.

Nightmare

Compus essa em um avião, por isso as referências na letra. Sempre gosto de ter músicas longas mais pro fim do disco, e essa é a mais longa. A ideia de pesadelo do título vem das situações descritas na letra, que falam de solidão, tormento. Mas no fim, o pesadelo... spoiler. Vou deixar vocês descobrirem.

Firebird

Já ouvi de pessoas diferentes que essa é a minha melhor música, e que essa versão não faz jus a ela. Minha resposta: não sei. Mas era perfeita pra fechar o álbum, o conceito e a gestalt.


BAH!rulho

por André Heck
andre.heck@gruposinos.com.br

Rock, pop, alternativo, hip hop... enfim, música. Essa é proposta do Bah!rulho, editado pelo jornalista André Heck. Um apanhado geral do que rola nos palcos e discos mundo afora, com informação e opinião, tudo em volume muito alto.

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