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Questão de Gênero

Prevenção de abuso sexual infantil

Um livro como ferramenta de proteção, que explica às crianças conceitos básicos sobre corpo, sentimentos, convivência e trocas afetivas..

Segundo pesquisas, duas a cada cinco crianças sofrem algum tipo de abuso sexual. Para mudar esse cenário, a pedagoga e especialista em Educação Sexual Caroline Arcari, juntamente com a designer e ilustradora Isabela Santos, criou o livro infantil Pipo e Fifi que, de forma simples e descomplicada, ensina a diferenciar toques de amor de toques abusivos, apontando caminhos para o diálogo e a proteção.

O livro infantil já ganhou diversas premiações e funciona como uma ferramenta de proteção, explicando às crianças, a partir dos 3 anos de idade, conceitos básicos sobre o corpo, sentimentos, convivência e trocas afetivas. Assista abaixo ao vídeo sobre a publicação que já teve mais de 100 mil cópias distribuídas no Brasil:

No site do livro, na aba Proteja, é possível ter explicações sobre o que é violência sexual, quem que normalmente são os abusadores, como perceber se uma criança está sofrendo algum tipo de violência sexual e o que fazer se houver suspeita de que uma criança sofreu essa violência.

Somente em 40% dos casos existe evidência física. Sendo assim, os principais sinais que a criança pode mostrar e podem ser observados pelos pais ou educadores são comportamentais. O abuso sexual, na maioria das vezes, é cometido por uma pessoa da convivência da criança, na qual ela confia e tem sentimentos de afeto.

Em caso de suspeita, pode-se procurar a ajuda de um profissional capacitado (psicólogo, médico, assistente social), do Conselho Tutelar da cidade ou da delegacia. No site ainda, na aba Publicações gratuitas, é possível realizar o download de atividades e ebooks gratuitos para trabalhar com as crianças em casa.

Fora do Armário

Nova série do canal HBO apresenta dez episódios sobre mudanças a partir da identidade de gênero e orientação sexual.

Estreia hoje pelo canal por assinatura HBO, às 21h, a série documental Fora do Armário, que vai retratar em dez episódios as mudanças na vida de pessoas LGBTs que decidem expor sua orientação sexual e/ou identidade de gênero. Os episódios são temáticos e cada um deles apresenta histórias de duas ou três pessoas.

Dirigido por Tatiana e Guto Barra, o programa usará entrevistas e cenas da vida real para apresentar um retrato íntimo das ações e reações de familiares e amigos dessas pessoas, mostrando como seus relacionamentos e cotidiano são colocados à prova após a revelação. Os personagens ouvidos pelo programa também falam como lidaram com suas próprias descobertas e como aceitaram ser quem realmente são.

Episódio 1: A Nova Geração – Três jovens transgêneros contam suas histórias de determinação e compartilham as experiências vividas com a família sobre a realidade da transição de gênero. Enquanto Raphaela conta com o apoio da família em sua trajetória, Caio e Kaito descrevem as angústias e os desafios enfrentados com a negação dos pais, levando um deles a se mudar de Manaus para poder ter sua liberdade em Curitiba.

Episódio 2: Filhos – A saída do armário resultou em mudanças drásticas nas famílias deste episódio. Ao se divorciar e assumir ser lésbica, Suzy conta o dramático e delicado período em que perdeu a guarda das três filhas. Após assumir sua homossexualidade para a esposa, Genilson teve que criar sozinho os três filhos pequenos sem apoio algum e com grandes dificuldades financeiras.

Episódio 3: Fé – É possível ter fé e aceitar a orientação sexual ao mesmo tempo. Em Belém, o jovem coroinha Bruno é católico devoto e está sempre muito envolvido nos eventos comunitários e religiosos de duas paróquias locais, mas sem deixar de lado seus amigos gays. No Rio de Janeiro, o pastor evangélico Marcos fez até exorcismos em homossexuais quando ainda não aceitava sua sexualidade. Hoje, comanda uma igreja inclusiva, é casado com outro pastor e tem três filhos adotivos.

Episódio 4: Em Família – Em duas famílias em que mais de um filho assume a homossexualidade, os pais revelam as dificuldades na aceitação e o caminho que os levou a conseguir compreender essa realidade. Em Salvador, após duas tentativas de suicídio ao saber que sua filha é lésbica e seu filho é gay, a superação do preconceito levou Inês para o lado ativista da causa LGBTT na Bahia. No Rio de Janeiro, uma mãe de quatro filhos – entre eles, dois gays e uma lésbica – busca entender o que houve de ‘’errado’’ em sua casa.

Episódio 5: Drag Queens – Três mães encaram a realidade dos filhos que amam a arte drag queen e lutam contra o preconceito para entender melhor como funciona esse universo. Em um dos casos, apesar de Antonio possuir uma carreira de sucesso como Divina Núbia, ele ainda tem dificuldades em discutir questões sobre sua homossexualidade com a mãe.

Episódio 6: Em Público – Duas personalidades famosas lidam com a “saída do armário” em público. Na Bahia, o deputado federal Jean Wyllys conta como utilizou a fama a favor da comunidade LGBTT e comenta sua difícil trajetória de aceitação familiar. Em São Paulo, o ator e cantor Thammy Miranda fala sobre as dificuldades enfrentadas na adequação de gênero, o preconceito no âmbito familiar e a superação de barreiras que possibilitou seu trabalho na mídia.

Episódio 7: Pais e Mães – Como saber qual é a hora certa de assumir a orientação sexual para os filhos? No interior da Paraíba, Fernando, que é bissexual, fala abertamente sobre sexualidade com seus dois filhos. Já Mariana, que vive em Curitiba, argumenta sobre sua decisão de ter esperado seu filho chegar aos 15 anos para lidar abertamente com a própria homossexualidade.

Episódio 8: Maturidade – Como é a experiência de envelhecer sendo um transgênero? Entre os três casos da ‘’melhor idade’’, João, de 66 anos relembra sua história como homem trans e fala sobre os desafios de associar a necessidade de tomar hormônios por toda a vida com o ciclo natural do envelhecimento.

Episódio 9: Pais e Filhos – Não são só os filhos que podem ter conflitos para assumir a orientação sexual. Entre os três casos deste episódio em que os pais também “saíram do armário”, Bruno conta a história de uma infância e adolescência de muita repressão familiar (inclusive da mãe, Georgina), porque era afeminado. Quando finalmente disse para a mãe que era gay, ela confessou que estava escondendo um relacionamento com uma mulher.

Episódio 10: Mentores – Três educadores contam como conquistaram seus espaços profissionais e como lidam com o preconceito dentro e fora das escolas. Em um dos casos, no Paraná, Laysa superou a transfobia e seguiu a carreira de professora até conseguir o cargo de diretora, sendo eleita por alunos, pais e professores.

Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero

Uma lei de iniciativa popular para criminalizar a homofobia e assegurar direitos à população LGBT..

Nessa semana começou a tramitar no Senado a proposta que cria o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero, cujo texto foi proposto pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e recebeu parecer favorável da senadora Marta Suplicy (MDB-SP) na Comissão de Direitos Humanos da Casa na semana passada.

A proposta de lei, elaborada no ano de 2011, foi entregue ao Senado no ano passado com o apoio da Aliança Nacional LGBTI juntamente de 100 mil assinaturas. Os fundamentos do texto são os princípios da dignidade da pessoa humana, da igualdade, da liberdade e da não-discriminação.

Em seu Art. 1º, é destacado que “Esta lei dispõe sobre o Estatuto da Diversidade Sexual e de Gênero e visa a promover a inclusão de todos, combater e criminalizar a discriminação e a intolerância por orientação sexual ou identidade de gênero, de modo a garantir a efetivação da igualdade de oportunidades, a defesa dos direitos individuais, coletivos e difusos das minorias sexuais e de gênero.”

Os 111 artigos que compõe o Estatuto visam promover o direito à livre orientação sexual, à igualdade e à não-discriminação, à convivência familiar, direito e dever à filiação, à guarda e à adoção, direito à identidade de gênero, à saúde, direitos previdenciários, direito à educação, ao trabalho, à moradia, de acesso à justiça e à segurança.

Ao final do documento há, ainda, a Legislação Infraconstitucional a ser alterada, com os artigos em sua redação originária e a alteração proposta dentro do Decreto - Lei 4.657/1942, da Lei de Introdução às Normas do Direito Brasileiro. Você pode ter acesso ao documento clicando aqui.

Nova temporada de Yes We Cat

Segunda temporada da série de entrevistas do site Think Olga traz mulheres debatendo sobre temas do mundo contemporâneo..

Com sua primeira temporada exibida entre janeiro e fevereiro de 2017 pelo canal no Youtube da ONG feminista Think Olga, cujos temas foram mulheres na internet, moda, maternidade, jornalismo, empreendedorismo e mundo nerd, a série de entrevistas Yes We Cat voltou em 2018 com mais seis episódios.

Apoiada pelo Bradesco, a segunda temporada do programa contou, a cada quinta-feira, com diversas mulheres convidadas que debateram temas como humor, cultura pop, finanças, autocuidado, esporte e propósito. Assista abaixo ao teaser da nova temporada:

Os seis novos episódios já foram lançados, acompanhe a seguir seus links:

Episódio 1 – Juliana conversa sobre humor com as youtubers Maíra Azevedo, a Tia Má, e Maíra Medeiros, do canal Nunca Te Pedi Nada. Elas falam sobre suas experiências como mulheres que consomem e fazem humor.

Episódio 2 – Conta com Gabi Oliveira, do canal De Pretas, e Jana Rosa, fundadora da Agora que sou Rica. O programa fala sobre cultura pop, como o tema muitas vezes não é levado a sério e sobre o machismo e o assédio que permeia a indústria cinematográfica.

Episódio 3 – A jornalista e economista Carol Sandler, criadora do site Finanças Femininas, e a empreendedora Egnalda Cortês, produtora do canal PhCôrtes, discutem sobre Finanças. O programa fala sobre a importância do dinheiro, que além de dar liberdade de escolha, dá acesso. As convidadas também discutem sobre as principais barreiras que as mulheres têm ainda que derrubar quando falamos de gestão financeira.

Episódio 4 - Camila Conti, sócia e Fundadora da rede Maternativa, e a blogueira que escreve sobre beleza e empoderamento Marfim Rosa falam sobre Autocuidado. Junto com Nana Lima, as convidadas discutem como o autocuidado é algo também mental, não é só estética. E como as mães precisam se colocar em primeiro lugar, precisam desse autocuidado, para estarem bem para cuidar do outro.

Episódio 5 – Traz a jogadora de rugby da Seleção Brasileira Izzy Cerullo e Marjorie Enya, diretora do comitê feminino da Federação Paulista de rugby, juntas elas falam sobre o esporte por vários prismas: o papel na vida das mulheres, a cobertura da imprensa com o recorte de gênero, as diferenças nos investimentos entre o esporte feminino e o masculino e sobre a diversidade LGBT.

Episódio 6 – Nana Lima, diretora da Think Olga, conversa com empresária Ana Paula Xongani, da Xongani Moda Afro, e Kamila Brito, coordenadora do projeto Barco Hacker, sobre a relação entre trabalho e propósito.

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