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#Voleimaníacos

Renan Dal Zotto fala sobre convite a ex-líbero da Voleisul

Thales Hoss, que jogou a Superliga 2016/17 pelo Vôlei Canoas, vai treinar em Saquarema (RJ).

Divulgação
Thales treinou nesta semana no ginásio da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo sob comando de Marcelo Fronckowiak, auxiliar técnico da seleção e técnico do Vôlei Canoas
Nesta semana, o técnico da seleção brasileira masculina de vôlei, Renan Dal Zotto, convidou doze atletas para os treinos no Centro de Desenvolvimento de Voleibol (CDV), em Saquarema, Rio de Janeiro, visando a Liga Mundial 2017, que começa em junho. Na lista do treinador, que na última terça-feira esteve em Novo Hamburgo, está o líbero Thales Hoss, do Vôlei Canoas e ex-Voleisul. Além dele foram convocados os levantadores Murilo Radke e Thiaguinho; os centrais Flávio, Wennder e Thiago Barth; os ponteiros João Rafael e Allison Melo; os opostos Rafael Araújo, Renan Buiatti e Luan Weber e o líbero Felipe. A convocação final para a temporada será feita após o término da Superliga 2016/17.

Em entrevista exclusiva ao blog Voleimaníacos, do Jornal NH, Dal Zotto falou sobre o convite feito a Thales, que também é natural de São Leopoldo. “O Thales amadureceu muito e fez um ótimo ano. O ranking mostra isso, está bem posicionado nos dois fundamentos que são importantes na função de líbero, recepção e defesa. Além de ser um garoto que tive que a oportunidade de ver alguns jogos e, por informação do Marcelo (Fronckowiak) – auxiliar técnico de Dal Zotto –, vem auxiliando o sistema defensivo. Nós precisamos abrir espaço, com a saída do Serginho (que se aposentou da seleção brasileira), para novos valores para ver quem pode suprir essa ausência de um dos maiores atletas que esporte brasileiro já teve”, pontuou Dal Zotto.

Ex-treinador da Voleisul já havia avisado sobre Thales

No início da temporada 2015/16, o treinador hamburguense Paulo Roese, na época técnico da Voleisul, havia destacado na apresentação de Thales, que o líbero possuía potencial para chegar à seleção brasileira. “O Paulo é meu amigo, um irmão. E a gente vê o voleibol da mesma maneira. E não pensaria diferente do que essa ideia dele. E líbero é uma posição que é maturidade, não adianta. É uma função que só sofre, a satisfação dele é não tomar pontos. É uma posição ingrata. Acho que o Thales fez um bom campeonato, assim como o Thiago Brendle, um garoto que deve estar nessa nova lista depois”, completou Dal Zotto.

E vôlei profissional em Novo Hamburgo?

Já aviso que o retorno não será nada fácil.

Gustavo Henemann/GES-Especial
João Hartz e Robson Miranda, da Associação de Pilão, em entrevista sobre a desistência da Superliga B no ano passado
Conto primeiro a notícia boa ou a ruim? Vou começar com a pior para que tenhamos um fio de esperança. O resumo da ópera é que a situação está complicadíssima. Nesta semana, João Fernando Hartz, presidente da Associação Mão de Pilão, mantenedora da Voleisul, afirmou que a movimentação para reativar a equipe profissional em Novo Hamburgo está estagnada. Nem mesmo para uma possível participação no Campeonato Gaúcho. Segundo ele, o momento econômico é terrível e seu foco momentâneo está nos negócios frente a sua empresa.

Isso não quer dizer que Hartz esteja desistindo. E espero que ele não desista, até porque se mostrou no final do ano passado ser uma das poucas pessoas interessadas em fazer o esporte acontecer novamente na cidade.

Agora, o que pode vir a ser positivo. As esperanças estão na nova gestão municipal, que tem o treinador multicampeão da Superliga Masculina de Vôlei, Jorginho Schmidt, como secretário municipal de Esporte e Lazer, e na volta por cima da economia brasileira. Acredito que começar do zero seja muito importante.

QUESTIONAMENTOS

Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte, por quê é tão difícil os empresários investirem no esporte? Ele dá resultado, mídia, retorno financeiro. Mas, antes disso, e não menos importante, as grandes empresas querem uma gestão competente, organizada e séria.

Espero que em breve possamos ver o ginásio da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo lotado novamente, e que a comunidade também se sensibilize e queira ter uma equipe profissional por aqui. Temos tantos praticantes de voleibol na nossa região e não conseguimos manter o projeto por mais de três temporadas. Algo no meio do caminho se perdeu e esse erro precisa ser remediado de alguma maneira. A grande história de conquistas e de atletas olímpicos que se formaram aqui precisa ser retomada. Sonhar não custa nada.

#QuerovoleiemNovoHamburgo

Vôlei de Montenegro teve noite especial

Livro "Vôlei em Montenegro - Uma história de paixão e glórias" foi lançado na sexta-feira.

Gustavo Henemann/GES-Especial/
De pé: Irineu, Fred, Carlinhos, Luciano, Leomar, Cebola, Márcio Poletto, Cilon Orth, Adriano, Bráulio, Boni, Marcelo Fronckowiak, João Américo, Leandro, Streb e Fernando Orth. Agachados: Edésio Martins, Fernando Oliveira, Jefferson Orth, Túlio, Marcelo Wallauer, Gerson e William Orth.
Uma noite que ficará marcada para sempre na memória do vôlei gaúcho. Na sexta-feira (10), no lançamento do livro “Vôlei em Montenegro - Uma história de paixão e glórias”, o salão do Clube Riograndense, em Montenegro, recebeu ícones do esporte da cidade, que é berço do voleibol na região. A obra literária, que foi escrita pela jornalista Cláudia Coutinho, mobilizou dezenas de pessoas ligadas ao vôlei, com um personagem em especial, o professor Cilon Renato Orth, um dos maiores batalhadores para que o esporte fosse desenvolvido no município.

O reencontro dos ex-atletas do Riograndense, que depois já em Novo Hamburgo se tornaria a famosa equipe da Frangosul/Ginástica, campeã da Superliga Masculina de Vôlei em 1994/95, foi emocionante. Os depoimentos durante a cerimônia foram de agradecimento à força e dedicação de Cilon e Celso Orth, que ensinaram voleibol nas quadras das escolas da cidade e depois buscaram a profissionalização das equipes. A paixão do professor fez surgir um amor avassalador, que contagiou muitos jovens e fez com que o esporte atravessasse fronteiras.

Embora tenha tido muito sucesso nas décadas de 80 e 90, o voleibol perdeu espaço posteriormente e há muitos anos não vemos projetos duradouros como na era Orth. Talvez, as histórias contadas neste livro possam empolgar e trazer novas possibilidades para o desenvolvimento do esporte. Após a Frangosul, tivemos a Online e a Voleisul, mas sem o mesmo apelo junto às comunidades. E isso faz com que os bons tempos do vôlei em Montenegro sejam idolatrados.

O livro, financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, teve uma tiragem de 1,2 mil exemplares, que serão distribuídos em escolas, universidades e entidades ligadas ao vôlei. A versão online pode ser baixada gratuitamente no site www.cluberiograndense.com.br.

Diretoria da Voleisul anuncia que equipe está fora da Superliga B

Falta de recursos financeiros inviabilizou a participação na competição nacional.

Gustavo Henemann/GES-Especial
João Hartz e Robson Miranda estiveram também no estúdio da Rádio ABC 900 AM para falar sobre a desistência da Superliga B
Nessas horas a esperança se transforma em frustração. A diretoria da Associação Mão de Pilão, mantenedora da Voleisul/Paquetá Esportes, esteve na manhã desta segunda-feira na sede do Jornal NH para anunciar que não participará da Superliga B. O prazo para confirmar presença na competição junto à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) era até o meio-dia de hoje. Com isso, o vôlei profissional deixa de existir em Novo Hamburgo neste momento, mas se depender do presidente da Mão de Pilão, João Fernando Hartz, e do vice, Robson Miranda, este não é o fim do esporte na cidade. Eles esperam seguir trabalhando para conseguir patrocinadores para a próxima temporada, pois agora terão um período de oito a nove meses para reorganizar a estrutura e recomeçar. 
O lado positivo é que os dirigentes afirmaram que não vão deixar de trabalhar em busca do retorno da Voleisul. A crise econômica foi um dos principais motivos para esse infeliz desfecho, porém vale ressaltar que em nenhum momento a Voleisul recebeu apoio da Prefeitura ou de uma universidade, como acontecesse na maioria das equipes brasileiras. Posso citar exemplos bem próximos, Vôlei Canoas (Prefeitura e Fundação La Salle) e Bento Vôlei (Prefeitura). 
Lamento muito que a Voleisul tenha que interromper o vôlei de alto rendimento nesta temporada, após ter disputado o Estadual. Todos nós perdemos com isso. Mas perde mais a comunidade hamburguense, que mesmo não lotando o ginásio da Sociedade Ginástica em dias de jogos, gosta e entende de voleibol como poucos no País. 
Em breve mais informações. 

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