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#Voleimaníacos

E vôlei profissional em Novo Hamburgo?

Já aviso que o retorno não será nada fácil.

Gustavo Henemann/GES-Especial
João Hartz e Robson Miranda, da Associação de Pilão, em entrevista sobre a desistência da Superliga B no ano passado
Conto primeiro a notícia boa ou a ruim? Vou começar com a pior para que tenhamos um fio de esperança. O resumo da ópera é que a situação está complicadíssima. Nesta semana, João Fernando Hartz, presidente da Associação Mão de Pilão, mantenedora da Voleisul, afirmou que a movimentação para reativar a equipe profissional em Novo Hamburgo está estagnada. Nem mesmo para uma possível participação no Campeonato Gaúcho. Segundo ele, o momento econômico é terrível e seu foco momentâneo está nos negócios frente a sua empresa.

Isso não quer dizer que Hartz esteja desistindo. E espero que ele não desista, até porque se mostrou no final do ano passado ser uma das poucas pessoas interessadas em fazer o esporte acontecer novamente na cidade.

Agora, o que pode vir a ser positivo. As esperanças estão na nova gestão municipal, que tem o treinador multicampeão da Superliga Masculina de Vôlei, Jorginho Schmidt, como secretário municipal de Esporte e Lazer, e na volta por cima da economia brasileira. Acredito que começar do zero seja muito importante.

QUESTIONAMENTOS

Mas a pergunta que não quer calar é a seguinte, por quê é tão difícil os empresários investirem no esporte? Ele dá resultado, mídia, retorno financeiro. Mas, antes disso, e não menos importante, as grandes empresas querem uma gestão competente, organizada e séria.

Espero que em breve possamos ver o ginásio da Sociedade Ginástica Novo Hamburgo lotado novamente, e que a comunidade também se sensibilize e queira ter uma equipe profissional por aqui. Temos tantos praticantes de voleibol na nossa região e não conseguimos manter o projeto por mais de três temporadas. Algo no meio do caminho se perdeu e esse erro precisa ser remediado de alguma maneira. A grande história de conquistas e de atletas olímpicos que se formaram aqui precisa ser retomada. Sonhar não custa nada.

#QuerovoleiemNovoHamburgo

Vôlei de Montenegro teve noite especial

Livro "Vôlei em Montenegro - Uma história de paixão e glórias" foi lançado na sexta-feira.

Gustavo Henemann/GES-Especial/
De pé: Irineu, Fred, Carlinhos, Luciano, Leomar, Cebola, Márcio Poletto, Cilon Orth, Adriano, Bráulio, Boni, Marcelo Fronckowiak, João Américo, Leandro, Streb e Fernando Orth. Agachados: Edésio Martins, Fernando Oliveira, Jefferson Orth, Túlio, Marcelo Wallauer, Gerson e William Orth.
Uma noite que ficará marcada para sempre na memória do vôlei gaúcho. Na sexta-feira (10), no lançamento do livro “Vôlei em Montenegro - Uma história de paixão e glórias”, o salão do Clube Riograndense, em Montenegro, recebeu ícones do esporte da cidade, que é berço do voleibol na região. A obra literária, que foi escrita pela jornalista Cláudia Coutinho, mobilizou dezenas de pessoas ligadas ao vôlei, com um personagem em especial, o professor Cilon Renato Orth, um dos maiores batalhadores para que o esporte fosse desenvolvido no município.

O reencontro dos ex-atletas do Riograndense, que depois já em Novo Hamburgo se tornaria a famosa equipe da Frangosul/Ginástica, campeã da Superliga Masculina de Vôlei em 1994/95, foi emocionante. Os depoimentos durante a cerimônia foram de agradecimento à força e dedicação de Cilon e Celso Orth, que ensinaram voleibol nas quadras das escolas da cidade e depois buscaram a profissionalização das equipes. A paixão do professor fez surgir um amor avassalador, que contagiou muitos jovens e fez com que o esporte atravessasse fronteiras.

Embora tenha tido muito sucesso nas décadas de 80 e 90, o voleibol perdeu espaço posteriormente e há muitos anos não vemos projetos duradouros como na era Orth. Talvez, as histórias contadas neste livro possam empolgar e trazer novas possibilidades para o desenvolvimento do esporte. Após a Frangosul, tivemos a Online e a Voleisul, mas sem o mesmo apelo junto às comunidades. E isso faz com que os bons tempos do vôlei em Montenegro sejam idolatrados.

O livro, financiado pela Lei Federal de Incentivo à Cultura, teve uma tiragem de 1,2 mil exemplares, que serão distribuídos em escolas, universidades e entidades ligadas ao vôlei. A versão online pode ser baixada gratuitamente no site www.cluberiograndense.com.br.

Diretoria da Voleisul anuncia que equipe está fora da Superliga B

Falta de recursos financeiros inviabilizou a participação na competição nacional.

Gustavo Henemann/GES-Especial
João Hartz e Robson Miranda estiveram também no estúdio da Rádio ABC 900 AM para falar sobre a desistência da Superliga B
Nessas horas a esperança se transforma em frustração. A diretoria da Associação Mão de Pilão, mantenedora da Voleisul/Paquetá Esportes, esteve na manhã desta segunda-feira na sede do Jornal NH para anunciar que não participará da Superliga B. O prazo para confirmar presença na competição junto à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) era até o meio-dia de hoje. Com isso, o vôlei profissional deixa de existir em Novo Hamburgo neste momento, mas se depender do presidente da Mão de Pilão, João Fernando Hartz, e do vice, Robson Miranda, este não é o fim do esporte na cidade. Eles esperam seguir trabalhando para conseguir patrocinadores para a próxima temporada, pois agora terão um período de oito a nove meses para reorganizar a estrutura e recomeçar. 
O lado positivo é que os dirigentes afirmaram que não vão deixar de trabalhar em busca do retorno da Voleisul. A crise econômica foi um dos principais motivos para esse infeliz desfecho, porém vale ressaltar que em nenhum momento a Voleisul recebeu apoio da Prefeitura ou de uma universidade, como acontecesse na maioria das equipes brasileiras. Posso citar exemplos bem próximos, Vôlei Canoas (Prefeitura e Fundação La Salle) e Bento Vôlei (Prefeitura). 
Lamento muito que a Voleisul tenha que interromper o vôlei de alto rendimento nesta temporada, após ter disputado o Estadual. Todos nós perdemos com isso. Mas perde mais a comunidade hamburguense, que mesmo não lotando o ginásio da Sociedade Ginástica em dias de jogos, gosta e entende de voleibol como poucos no País. 
Em breve mais informações. 

Voleisul consegue mais prazo para confirmar participação na Superliga B

Equipe hamburguense terá até o dia 24 de outubro para conseguir patrocinador que viabilize a presença na competição nacional.

Juarez Machado/GES
Voleisul encerrou o Campeonato Gaúcho na 3ª colocação
A Voleisul conseguiu estender o prazo para confirmação da vaga na Superliga B junto à Confederação Brasileira de Vôlei (CBV) para um pouco mais de uma semana. Sem ainda ter garantido um patrocinador máster para viabilizar a presença na competição nacional e para não encerrar as atividades do projeto, a equipe hamburguense terá até a segunda-feira, dia 24 de outubro, para oficializar a participação. O prazo inicial previsto pela CBV encerraria neste sábado.
“Acho que a extensão foi ok. É pouco, mas entendemos os motivos da CBV em ter que divulgar a tabela da Taça Prata, no dia 24, para os times que irão disputar vagas para a Superliga B”, ressaltou o presidente da Associação Mão de Pilão (mantenedora da Voleisul), João Fernando Hartz. O dirigente afirma que a diretoria seguirá correndo atrás de apoiadores da região para conseguir manter a Voleisul viva em Novo Hamburgo.

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