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Tecnologia

O novo Android O e o problema da sobremesa

Novo sistema operacional do Google deve chegar até o fim do ano e já está em versão beta para desenvolvedores.

Reprodução
Logotipo da versão de desenvolvimento do Android O, novo sistema operacional móvel do Google, que ainda não tem nome definitivo
Vem aí o Android O, novo sistema operacional móvel do Google. O sucessor do Nougat foi divulgado na semana passada, quando foi liberada a segunda versão beta para desenvolvedores. Algumas novidades já foram adiantadas, uma das quais o recurso de imagem dentro da imagem, ou picture in picture. Vai ser possível, de dentro de aplicativos, lançar janelinhas com outros apps. Ainda não há informação se isso será válido apenas para aplicativos de áudio e vídeo, ou programas em geral.

Os ícones também estão redesenhados, com visual mais limpo e paletas de cores mais básicas. Além disso, os ícones incorporarão um sinal de notificação, o que agiliza na hora de atualizar mensagens e afins.

A previsão é que o Android O seja lançado a partir de meados de julho, provavelmente em agosto. Uma curiosidade é o nome oficial, que ainda não foi divulgado.

Os Androids tradicionalmente são lançados em ordem alfabética e têm nomes de doces, como Kitkat, Lollipop, Marshmallow e Nougat. O problema é que há poucas doçuras começando com a letra O, e algumas delas são de línguas complicadas, como japonês ou norueguês. Especula-se que o próximo Android possa se chamar Oreo, mas há a questão da marca registrada, já que o biscoito recheado com esse nome pertence a uma empresa.

O nome do Android talvez seja divulgado ainda este mês, ou em junho.

WhatsApp ficou instável no Brasil e em outros países

Em alguns locais, usuários enfrentam quedas e instabilidade, app teria inclusive saído do ar para alguns usuários .

Arquivo/GES
WhatsApp estaria enfrentando de novo lentidão e paradas
Durou cerca de uma hora uma instabilidade global do WhatsApp nesta quarta-feira (17/5). Usuários ao redor do globo começaram a apontar instabilidade e até interrupção no serviço no começo da tarde no horário de Brasília. Para alguns usuários, aparecia um ícone de espera, enquanto para outros o app estava simplesmente sem serviço.

Jornais britânicos apontaram o problema por volta das 13 horas (horário de Brasília). No Brasil, alguns usuários experimentaram lentidão e até interrupções. Sites internacionais apontaram que o serviço foi normalizado após meia hora do pico de interrupções. O problema principal foi entre 14 e 15 horas, no horário brasileiro.

A instabilidade do sistema aconteceu duas semanas depois de um incidente similar que chegou a ser reconhecido oficialmente pela equipe do Facebook/WhatsApp. Ainda não há comunicado oficial, nem informação de se ele está ou não relacionado à propagação do vírus Adylkuzz, que especialistas apontaram como uma infecção global nesta quarta.

Perigo: vírus Adylkuzz é pior que o WannaCry

Especialistas apontam que está em curso ataque virtual semelhante ao do WannaCry de sexta-feira, mas em escala muito maior.

Pixabay/Divulgação
Vírus que explora mesmo defeito do WannaCry afeta também Windows e se instala na máquina para produzir dinheiro virtual
Parece estar acontecendo um novo ataque hacker global.

Especialistas teriam identificado nesta quarta-feira (17/5) um ataque virtual em larga escala na Internet, maior ainda que o do WannaCry sexta-feira que atingiu 74 países. O vírus Adylkuzz é uma espécie de variante do WannaCry, porque utiliza a mesma vulnerabilidade de sistema. Porém, não é um ransomware. Ele não sequestra a máquina do usuário. De forma diferente, instala um minerador de bitcoin, usando o sistema da máquina infectada para produzir dinheiro virtual e enviar aos hackers.

Usuários nesta quarta-feira começaram a relatar lentidão em máquinas. O Adylkuzz, conforme a imprensa internacional apurou até agora, parece afetar também Windows, e contorna inclusive atualizações de segurança. Ainda não há relatos sobre a extensão do ataque.

Se a sua máquina ficou mais lenta, rode um antivírus e ative ou aumente a segurança do firewall.

O formato de áudio MP3 morreu?

Instituto alemão que criou o padrão abandonou o suporte.

Sxc.hu
Formato de áudio que popularizou a música digital estaria sendo abandonado
Estão dizendo por aí que o MP3 morreu. O formato de música que acompanhou o estouro da música digital estaria em vias de desaparecer. O principal motivo para acreditar nisso, conforme analistas internacionais, é que até seus criadores acabam de abandoná-lo.

O MP3 é um codec de compressão de áudio, ou seja, um padrão para que arquivos sonoros diminuam de tamanho. Arquivos digitais normalmente são grandes, como os waves (WAV) do Windows. O MP3 foi um dos primeiros codecs de compactação populares, permitindo que os arquivos de música digital encolhessem o suficiente para ser possível vendê-los (ou pirateá-los) pela Internet.

O padrão foi criado pelo Instituto Fraunhofer, da Alemanha, que durante muitos anos licenciou este formato, ou seja, vendia a tecnologia e autorizava seu uso para quem estivesse fabricando programas de áudio. Este ano, o Fraunhofer anunciou que não dá mais suporte para o formato MP3, que agora passou para terceiros.

Isso não significa que o MP3 vá deixar de ser usado, mas é possível que este codec vá ficando menos comum. Outras tecnologias de compactação já têm sido empregadas em sistemas de streaming e em filmes, como o AAC. Por serem mais novos, estes outros codecs são mais eficientes que o MP3 e permitem mais qualidade com tamanho menor.

De qualquer jeito, o fim ou decadência do MP3 sinalizaria o fim de uma era.

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