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Tecnologia

Vem aí mais uma guerra de consoles de videogame

Microsoft deu a entender inovações no próximo XBox One, que incluiria nova tecnologia de movimento.

/Divulgação
O XBox One, atual geração de console de videogame da Microsoft
O ano promete ser marcado por mais uma das chamadas "guerras de console", quando empresas de videogame lançam plataformas novas e tentam dominar o mercado. A última destas aconteceu quando chegou a atual geração de hardware dedicado, com XBox e Playstation 4.

No segundo semestre a Microsoft deve apresentar e lançar o seu próximo console, por enquanto ainda conhecido como Project Scorpio. Nada é muito certo, nem sequer se o console terá um nome novo. A empresa havia anunciado que pararia de lançar produtos com nome diferente após o XBox One, e que futuros upgrades manteriam a nomenclatura. Mas isso não está confirmado.

Agora, um dos programadores envolvidos no projeto divulgou (depois se arrependeu e deletou a postagem) que o Scorpio vai usar uma tecnologia inteiramente nova de movimento. Não seria uma linguagem de programação já usada pelo XBox nem sequer a próxima da Microsoft, a NEON, que está sendo desenvolvida para o Windows. O Scorpio utilizaria uma tecnologia ainda mais à frente, a Motion, que seria baseada em processamento superior de hardware.

E o quanto superior seria o tal hardware? O programador da Microsoft falou em algo na casa dos 6 teraflops, mais de quatro vezes o poder da geração atual de hardware de jogos. Na concorrência, o Playstation 4 Pro, lançamento da Sony para este ano, tem desempenho de 4.2 teraflops. Só lembrando, a geração anterior de XBox One e PS4 ficava na faixa dos 1,2 a 1,8 teraflops.

Se os produtos efetivamente chegarem perto das promessas, a próxima safra de consoles, que deve estar à venda até o Natal, teria poder de processamento comparável ao que antigamente era de supercomputadores, daqueles estratégicos que são usados para desenvolvimento de bombas e armamentos militares. Ou seja, desta vez a guerra de consoles vai ser, literalmente, uma guerra de verdade.

 

Veja como proteger o WhatsApp contra clonagem

Recurso recentemente introduzido busca evitar que usuário seja vítima de golpes.

WhatsApp/Divulgação
WhatsApp oferece opção de senha adicional para aumentar segurança dos usuários
Nos últimos dias, foi notícia o caso da primeira-dama Marcela Temer, que teve informações do celular clonadas a partir da nuvem. Recentemente, também, uma quadrilha que agia nacionalmente foi presa ao clonar telefones. Com auxílio de um comparsa que trabalhava em uma operadora, o grupo habilitava o número de celular da vítima em um outro aparelho, cancelava o anterior e então acessava dados privados a partir dali.

Este tipo de golpe tem se repetido, e já começam a ser oferecidos recursos para evitar que você seja vitimado por algo assim. O WhatsApp acaba de implementar uma Verificação em Duas Etapas, que funciona de forma semelhante ao PIN dos telefones celulares. O usuário programa uma senha para seu WhatsApp. Ela será pedida de tempos em tempos, e também será necessária para usar o Whats em um aparelho novo, quando ele for mudado. Isso evita que se o aparelho for clonado o usuário tenha sua conta usada por criminosos.

É interessante saber que o recurso existe. Vale refletir se vale a pena habilitá-lo, já que ele pode se tornar meio irritante, ao exigir repetidamente a inserção de senha. Para muitos usuários, este recurso pode não ser necessário. Caso você se interesse, o procedimento está abaixo.

Como habilitar a senha:

1- No WhatsApp, escolha Ajustes (no iPhone e iPad) ou Configurações (no Android). 

2 - Escolha a opção Conta.

3 - Toque em Verificação em Duas Etapas.

4 - Você será guiado por um processo para configurar e confirmar a senha.

5 - O uso do WhatsApp passará a exigir uma senha a intervalos. O usuário com quem você trocar mensagens também será informado se a sua senha não for confirmada.

Estudo aponta que inteligência artificial tende a ser agressiva

Pesquisa do Google foi feita com algoritmos que tinham que cumprir tarefas em forma de jogo.

Arte distribuída em Creative Commons
Concepção artística para a inteligência artificial. Estudo do Google apontou que parâmetros de programação são essenciais para evitar que algoritmos produzam reações agressivas em situações nas quais haja competição
Um estudo acaba de chegar a uma conclusão que está sendo vista com curiosidade, mas que é importante para desenvolvimento de projetos tecnológicos. O Deep Minds é um laboratório de pesquisa sobre inteligência artificial (IA) mantido pelo Google. Uma pesquisa que acaba de ser divulgada apontou que algoritmos de IA podem se tornar agressivos, caso os parâmetros não sejam especificados devidamente.
Pesquisadores criaram dois "agentes", programas de IA que tinham que atuar em conjunto em um game coletando objetos. Um dos detalhes é que os "jogadores" podiam usar um recurso que tirava o outro jogador da partida temporariamente, uma espécie de arma.
A pesquisa apurou que as IAs agiam cooperativamente quando havia abundância dos objetos que era preciso coletar no jogo. Porém, quando a tarefa se tornava mais difícil, as IAs se tornaram agressivas e se voltaram uma contra a outra.
O estudo aponta que os parâmetros automáticos para decisão devem ser contrabalançados por regras que proíbam ou previnam ação agressiva. O dado é importante para programação de interfaces com seres humanos.

Feira de games E3 deixa de ser exclusiva

Maior mostra da indústria de jogos passa a aceitar visitantes não profissionais.

Divulgação
Imagem do videogame Doom divulgada pelo estúdio Bethesda na feira E3 2015. Fabricantes costumam fazer anúncios na E3
Acaba de ser anunciado que a E3, maior feira da indústria de games do mundo, que acontece de 13 a 15 de junho em Los Angeles, nos EUA, anunciou uma mudança em seu perfil. Este ano, pela primeira vez, serão aceitos visitantes não profissionais.
A E3 é uma daquelas feiras profissionais da indústria. Ela tradicionalmente só aceitava quem conseguisse comprovar ligação com o mercado da área, seja como funcionário de empresa produtora, seja como comerciante ou integrante da imprensa especializada. Isso é o que mudou. Em termos.
Serão vendidos 15 mil ingressos para visitantes não profissionais, ao preço de 250 dólares. Os primeiros mil serão vendidos as 150 dólares. Eles valem para os três dias, com todos os acessos.
Em parte, a mudança tenta manter a feira E3 no topo do interesse do mercado, já que há outras feiras concorrentes pipocando pelo planeta. Mas o movimento também pode ser visto como uma readequação aos novos tempos, já que boa parte dos formadores de opinião da área é de blogueiros e jovens que fazem resenhas nas redes sociais. Essa turma não teria ligação profissional para comprovar entrada na feira. E não é do interesse dos fabricantes e promotores perderem justamente o pessoal que vai ajudar a criar interesse pelos produtos.

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