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Notícias | Especial Coronavírus Medidas duras

Em Taquara, Parque do Trabalhador é interditado pelo descumprimento do toque de recolher

Segundo a prefeitura, ação ocorreu na manhã deste domingo (29)

Última atualização: 29.03.2020 às 17:05

Entradas e saídas do Parque do Trabalhador foram bloqueadas por agentes da Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade Urbana Foto: Magda Rabie/Prefeitura de Taquara
Após constatar que algumas pessoas não estavam cumprindo a recomendação da prefeitura de Taquara, que inclui não frequentar praças e parques, em virtude da prevenção à Covid-19, o Executivo resolveu interditar o Parque do Trabalhador. A ação foi realizada na manhã deste domingo (29) pela Secretaria Municipal de Segurança, Trânsito e Mobilidade Urbana (SMSTMU).


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Desde sexta-feira da semana passada, dia 20 de março, como forma de prevenção e enfrentamento à epidemia causada pelo novo coronavírus, Taquara aderiu ao “toque de recolher”, conforme estabelece o Decreto Municipal nº 68, que determina, dentre outras medidas, o confinamento domiciliar obrigatório em tempo integral. O texto assinado pelo prefeito Tito Lívio Jaeger Filho proíbe a circulação de pessoas na cidade, exceto para sanar serviços essenciais e de urgência.

Segundo o secretário da pasta (SMSTMU), Lorival da Rosa, mesmo com o apoio da maior parte da população às medidas que estão sendo tomadas, algumas não entenderam a gravidade da situação.

“Interditamos o parque porque lamentavelmente algumas pessoas ainda não entenderam a importância do isolamento social. No sábado, fomos surpreendidos com grande movimentação de pessoas no parque, e, em conversa com o prefeito Tito, decidimos interditá-lo", explica.

Ainda segundo o titular da pasta, "foram interditadas as entradas e saídas ficando livre somente uma passagem aos moradores. Recebemos a adesão de mais de 90% da população, muita gente está colaborado, o momento precisa da solidariedade de todos nós. Fiquem em casa, esse momento vai passar, vamos conseguir atravessar com o menor número de perdas econômicas e financeiras e o mais importante menor perda de vidas”, afirma Rosa.


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