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Notícias | Região Violência

Cadáveres encontrados em Canoas podem ter o mesmo assassino

Delegacia de Homicídios ainda aguarda confirmação da perícia, porém tudo indica que suspeito que matou colega de trabalho também tenha executado essa mulher meses antes

Última atualização: 02.12.2019 às 21:02

Buscas no meio do brejo no bairro Fátima terminaram no surgimento de dois cadáveres Foto: POLÍCIA CIVIL/DIVULGAÇÃO

Um homem, de 45 anos, foi preso após ser considerado suspeito de matar um colega de trabalho na Avenida Guilherme Schell, no bairro Fátima, na semana passada. Ao realizar buscas pelo corpo da vítima, os agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) foram surpreendidos ao encontrar outro corpo no terreno onde estava o cadáver em decomposição. Este outro corpo tratava-se de uma mulher, cuja causa da morte ainda não foi esclarecida.

"Após encontrarmos o corpo do trabalhador, uma testemunha relatou que ele teria matado uma outra pessoa naquele mesmo local. Então achamos o corpo de uma mulher", esclarece o chefe de investigações da Homicídios, Marcelo Santos. Os policiais aprofundam a apuração na tentativa de ligar o cadáver, deixado na área há aproximadamente seis meses, com o suspeito. "Ele usava aquele terreno para matar. Até nas paredes há vestígios de sangue", aponta.

Agora, a Polícia Civil aguarda apenas o resultado da perícia para chegar a identidade da vítima. “As investigações continuam e estamos atrás de outros elementos que reforcem que este homem matou friamente estas pessoas", salientou o delegado Thiago Carrijo. O suspeito da morte continua preso. "Ele nega ter feito qualquer coisa, mas há todos os indícios que ele tenha assassinado o colega e também esta mulher."


Morto com golpes de barra de ferro

Mesmo os agentes mais experientes da Delegacia de Homicídios de Canoas ficaram impressionados com o caso que veio à tona no final de semana. Um homem que teria assassinado brutalmente um colega de trabalho com golpes de barra e ferro na cabeça. O caso ocorrido no último dia 22 só foi descoberto no sábado (30), quando os agentes vasculharam o "mato" no bairro Fátima e encontraram o corpo em decomposição da vítima. "A história impressiona pela frieza", frisa Santos. "O que sabemos através de uma testemunha é que eles estavam em uma festa, discutiram e então o suspeito acertou a vítima com os golpes", apontou Carrijo.


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