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As contendas nas comunidades

Por Zeno Hastenteufel
Última atualização: 23.01.2020 às 18:00

Estamos apenas no terceiro domingo do tempo comum, enquanto o Evangelho nos apresenta o início da vida pública de Jesus no território de Zabulon e Neftali, onde estavam Jesus e de seus discípulos. Ali mesmo ele chamou o primeiro grupo.

Na primeira leitura, teremos o texto de Isaías, em que apresenta esta terra de Zabulon e Neftali. O profeta se refera a um grande triunfo que vai ser festejado ali mesmo. A segunda leitura, tirada das Cartas de Paulo aos Coríntios, apresenta as primeiras dificuldades que começaram a existir. Enquanto Paulo recomenda que sejam todos bem unidos e concordes no pensar e no falar, eis o que acontece: "Com efeito, pessoas da família de Cloé informaram-me a vosso respeito que estão havendo contendas entre vós, pois aparecem afirmações assim: "Eu sou de Paulo", ou "Eu sou de Apolo", ou "Eu sou de Cefas", ou "Eu sou de Cristo"! Será que Cristo está dividido?" (1Cor 1,11-13). Eram as diferentes correntes dentro do cristianismo nascente. Estamos aí na segunda metade do primeiro século. A evangelização estava acontecendo em toda a parte. Eram apenas os apóstolos que estavam diretamente empenhados na expansão do cristianismo, mas cada um deles, com seu jeito de testemunhar a verdade sobre Jesus Cristo. Ainda hoje, as pessoas se acostumam ao ser "jeito de ser padre" e ao "método de trabalho", e como se torna difícil aceitar as transferências necessárias, entre os padres!

Se as contendas das comunidades daquele tempo eram semelhantes àquelas que acontecem nos dias atuais, o chamamento vocacional era diferente. São Mateus nos relata a pesca de Jesus, numa só manhã, no Mar da Galiléia. Chamou duas duplas de irmãos: André e Pedro, Tiago e João. As duas duplas foram chamados enquanto estavam trabalhando, no ofício de pescadores. "Farei de vós pescadores de homens".

 


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