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Modos de ser e estar
Desarmamento, segurança, violência

Arma de fogo traz segurança?

Minha prática diária com a segurança pública me faz estudar e analisar com maior acuidade certos temas polêmicos relacionados à área como, por exemplo, o desarmamento.
12/09/2018 10:19 12/09/2018 10:57

Minha prática diária com a segurança pública me faz estudar e analisar com maior acuidade certos temas polêmicos relacionados à área como, por exemplo, o desarmamento. São diversas as opiniões e é preciso que, neste momento de campanha eleitoral, sejam buscadas informações fidedignas para votar de maneira consciente, principalmente quando se trata de assuntos tão caros à manutenção da democracia, da paz e da vida.

Há uma tendência de posicionamento que sugere que todos os cidadãos se armem em sua própria defesa, como se isso não tivesse nada a ver com o estado e com a gestão das políticas de segurança. Ou seja, como se a opção de ter uma arma fosse uma decisão e uma responsabilidade individual. É muito perigoso pensar numa proposta assim, que traria certamente, mais insegurança e não o contrário, como aponta a pesquisadora Ilona Szabó, especialista em segurança pública e diretora executiva do Instituto Igarapé, uma instituição sem fins lucrativos, independente e apartidária. Armar cidadãos é se isentar da responsabilidade, sustenta Ilona no seu livro “Segurança pública para virar o jogo” que mostra um panorama dos principais desafios da segurança no país tentando responder, por exemplo, porque o Estado brasileiro não consegue proteger os cidadãos e, o quanto lemas como “bandido bom é bandido morto” colocam todos nós em risco.

Em um País onde 71,9% dos homicídios foram cometidos com arma de fogo, conforme o Atlas da Violência de 2017, sendo que a cada 1% no aumento da proliferação de armas de fogo representa o aumento de 2% da taxa de homicídio (Cerqueira, 2014), é inevitável chegar à conclusão de que quanto mais armas, mais violência. Ter sido vítima ou ter alguém conhecido que já foi não significa ter que se armar para se defender, mas eleger com prioridade a agenda da segurança pública com prevenção e entendimento da real complexidade da situação.


Jornal NH

Modos de ser e estar

por Patrícia Spindler
modosdeser@sinos.net

É psicóloga, mestre em psicologia social pela UFRGS e trabalha com psicologia clínica, ou seja, psicoterapia. Segundo a blogueira, ela gosta muito de escrever. E diz que "gostar não significa que eu me sinta assim tão à vontade, ainda mais no meio de tanto jornalista e publicitário". Mas é por este blog Modos de Ser e Estar que este gostinho vai ganhando um tempo e um espaço para poder acontecer. E é da vida que Patrícia também falará aqui, abrindo espaço a todos os internautas que quiserem interagir. Desta maneira contemporânea de viver que é tão complexa e ao mesmo tempo, intensa. Portanto, a aventura aqui, para ela, é se lançar a pensar, trocar idéias, escrever e comentar sobre as diversas maneiras de ser e de se comportar que as pessoas vão assumindo no decorrer das suas vidas ou por toda esta jornada.

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