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Questão de Gênero

Para entender gênero

Vídeos para compreender melhor sobre gênero.

Para o primeiro post do ano aqui no blog, tendo em vista o debate acerca das questões de gênero emergidas principalmente do cenário político atual, selecionei cinco vídeos que podem ajudar você a compreender melhor sobre gênero:

Igualdade de Gênero


O Desafio da Igualdade


Gênero e Natureza


Azul, rosa e a IDEOLOGIA DE GÊNERO


O Desafio da Escola

Um retrato do gênero sob ataque

Documentário revela a influência de grupos ultraconservadores que se opõem aos direitos de igualdade de gênero na América Latina.

Em tempos em que grupos conservadores questionam a discussão sobre gênero nas escolas do país, hoje estreia no Brasil o documentário "Gênero sob Ataque", que é dirigido pelo jornalista peruano Jerónimo Centurión e produzido pelo Consórcio Latino Americano Contra o Aborto Inseguro (Clacai). Segundo o diretor, a América Latina é ameaçada pela direita há 20 anos e seus ataques são apoiados por grupos internacionais organizados.

GSA

O filme documenta campanhas anti-gênero no Brasil, Colômbia, Costa Rica e Peru, analisando as suas origens, atores nelas envolvidos e efeitos, não apenas sobre direitos reprodutivos, direitos das pessoas LGBT e educação sexual, mas também sobre processos políticos de amplo alcance, como o Referendo do Acordo de Paz na Colômbia (2016) e as eleições presidenciais na Costa Rica (2018).

O doc. articula quatro histórias que mostram como as ações desenvolvidas pelos movimentos de oposição e anti-direitos nesses países não são eventos isolados, mas correspondem a um trabalho coordenado na região. Esses grupos têm recursos econômicos e capacidade operacional para influenciar a mídia tradicional e as redes sociais com "pós-verdades" e "notícias falsas" que afetam seriamente os direitos das mulheres e da comunidade LGBTI.

Costa Rica quase elege um pastor evangélico ultraconservador e homofóbico como presidente. No Peru, grupos evangélicos, aliados ao fujimorismo, querem acabar com a abordagem de gênero nas escolas. No Brasil, os conservadores retiraram a palavra gênero da educação nacional currículo e acabaram de escolher o político mais conservador e fascista de sua história. E na Colômbia, um grupo religioso pôs em xeque a paz.

Gênero sob Ataque foi lançado em Quito (Equador) em outubro passado e agora começa a percorrer outros países. No Brasil, onde a relevância do tema se fez mais que flagrante no contexto eleitoral, o lançamento celebra os setenta anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. Assista abaixo ao trailer do documentário:

Acesse aqui o site oficial do documentário "Gênero sob Ataque" e aqui a página na rede social Facebook, em que o filme pode ser assistido.

A Revolução das Princesas começou

Série reconta histórias infantis empoderando suas personagens.

Os contos de Ariel, Bela Adormecida, Rapunzel e Cinderela foram recriados por escritoras e ilustradoras convidadas pela Plan International Brasil para inspirar meninas a serem as heroínas de suas vidas nas obras da coleção A Revolução das Princesas, projeto é uma parceria com a agência Young &Rubicam.

RP

Príncipes são sempre os heróis. Princesas nunca fazem nada, são frágeis e fracas. Essas frases são de meninas e meninos na faixa dos sete anos ouvidos pela organização não-governamental Plan International Brasil, defensora dos direitos de crianças e adolescentes, com foco na promoção da igualdade de gênero e no empoderamento das futuras mulheres.

As percepções dos pequenos refletem o que crescem ouvindo. Mas é hora de contar histórias que pararam no tempo por atualizadas e inspiradoras perspectivas. Nessas versões modernas, as princesas não são nada indefesas. São heroínas fortes e corajosas que montam em seus cavalos, lutam contra bruxas e dragões e salvam príncipes que precisam de ajuda agora.

A venda online dos livros começou dia 22 de novembro, com os títulos "A Revolução da Aurora”, “A Revolução da Ariel", "A Revolução da Cinderela" e "A Revolução da Rapunzel". Os livros custam R$ 35,00 e serão vendidos pelo site, sendo que os valores arrecadados com a venda serão revertidos para o projeto Escola de Liderança Para Meninas da Plan International Brasil.

16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência

Campanha internacional de combate à violência contra mulheres..

No dia 20 de novembro começou a campanha anual 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, cujas ações de conscientização seguem até 10 de dezembro, Dia dos Direitos Humanos. Em 2018, a iniciativa tem como tema o apelo #HearMeToo ou #MeEscuteTambém, na tradução em português.

A proposta das Nações Unidas é expressar apoio às milhares de vítimas de assédio sexual e outros tipos de abuso, muitas das quais vieram a público ao longo do ano passado para denunciar agressões. A estratégia é honrar e amplificar as vozes das pessoas – da dona de casa, no seu lar, a uma aluna que sofre abuso do seu professor, de uma secretária de escritório a uma atleta ou uma estagiária em uma empresa.

Os 16 dias de ativismo começaram em 1991, quando mulheres de diferentes países, reunidas pelo Centro de Liderança Global de Mulheres (CWGL), iniciaram uma campanha com o objetivo de promover o debate e denunciar as várias formas de violência contra as mulheres no mundo, segundo a ONU Mulheres Brasil.

Abaixo, um vídeo em que Phumzile Mlambo-Ngcuka, Diretora Executiva da ONU Mulheres, faz um apelo para ouvir e acreditar nos sobreviventes, para acabar com a cultura do silenciamento e para colocar os sobreviventes no centro de nossas respostas (é possível ativar a legenda no canto direito inferior do player):

A ONU Mulheres está na linha de frente do combate a agressões motivadas por questões de gênero. Por meio do Fundo Fiduciário pelo Fim da Violência contra as Mulheres, a agência levou assistência a mais de 6 milhões de pessoas no ano passado.

Capa do dia

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