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Questão de Gênero

Sexualidade, religião e tolerância

Documentário mostra a relação entre o cristianismo e a homossexualidade.

Os cristãos devem rejeitar, respeitar ou aceitar a homossexualidade? Com base nessa pergunta a Smarty Talks, produtora especializada em vídeos para Instagram, inicia o documentário “Gay Cristão”, que foi lançado recentemente no Instagram do portal Catraca Livre. O filme traz depoimentos de líderes de igrejas com diferentes visões sobre o tema.

De acordo com Diego Monteiro, diretor da Smarty Talks e idealizador do projeto, a iniciativa tem como objetivo contribuir para o debate acerca de um dos temas mais relevantes da sociedade atual. “Baseadas em interpretações de determinadas passagens da Bíblia, as igrejas consideram a relação homoafetiva pecaminosa. Mas até que ponto isso é verdade? Como os cristãos devem encarar verdadeiramente essa questão?

Evidenciar a importância e a urgência do debate sobre religião e homossexualidade é outro ponto relevante. A exemplo de outros documentários criados pela Smarty Talks, “Gay Cristão” também foi pensado e desenvolvido para o ambiente mobile, seguindo a proposta de gerar conteúdos que se aproximem do consumo casual das pessoas na tela do celular.

A produção, com direção de Diego Monteiro, edição e finalização de Leonardo Grecco e Pryscila Colasso, e captação e fotografia de Fernando Quintais, entrevistou três pessoas: Pastor Fábio Inácio da Igreja Contemporânea, Samuel Gomes do Canal no Youtube “Guardei no Armário” e Reverendo Elias de Andrade da Igreja Presbiteriana Independente. Para assistir, clique aqui.

Mulheres e eleições 2018 #Brasil5050

ONU Mulheres lança websérie documental com depoimentos.

Recentemente foi lançada a websérie documental #Brasil5050, da ONU Mulheres, revelando opiniões de especialistas, ativistas e parlamentares sobre democracia paritária, incentivo às candidaturas de mulheres, responsabilidade de partidos políticos e do eleitorado brasileiro para voto consciente e caracterização da violência política.

Abaixo, o primeiro vídeo da websérie com Flávia Biroli sobre partidos políticos:

Parte das expectativas das mulheres brasileiras para as eleições 2018 e pela igualdade de gênero na política – especialistas em política, gênero, raça, parlamentares e ativistas – são o mote dessa websérie com cerca de 90 depoimentos que serão publicados nas redes sociais da ONU Mulheres Brasil e do projeto Cidade 50-50 até o final do ano.

Confirma os outros episódios já lançados:

#Brasil5050 - Jacira Melo: candidaturas de mulheres
#Brasil5050 - Clátia Vieira: candidaturas de mulheres negras
#Brasil5050 - Mônica Oliveira: candidaturas de mulheres

Gênero: o que é e o que não é ideologia

Material produzido por professora da UFPB explica os conceitos.

Estão dizendo por aí que existe uma tal de "ideologia de gênero", que é algo ruim para a educação das crianças, para a família, para a escola e para as relações pessoais. Há até legisladores, desinformados ou mal-intencionados, que estão proibindo o ensino dessa "ideologia de gênero". Pra começar, vamos entender o que é ideologia e o que é gênero?

Este é o convite e trecho inicial que a Dra. Maria Eulina Pessoa de Carvalho, professora titular da Universidade Federal da Paraíba e líder do grupo de pesquisa Gênero, Educação, Diversidade e Inclusão na instituição, nos faz em seu material chamado “Gênero: o que é e o que não é ideologia”.

A professora inicia o documento explicando sobre os conceitos de ideologia e de gênero, apoiada em referenciais teóricos, para então comentar sobre o que é a ideologia de gênero e tentar delimitar qual é o problema afinal. O texto é bem didático e pode auxiliar qualquer pessoa a compreender melhor essa questão tão polêmica.

Ao longo de seu texto, Maria Eulina ainda traz outros conceitos importantes, como diversidade cultural, identidade, feminismo e educação. Ao final da compilação de informações, há dicas de leituras que podem ser aprofundadas. E a professora ainda finaliza seu material elaborando algumas considerações e propondo um novo convite:

Gênero atravessa as relações escolares e interessa a educadoras/es. Atravessa as relações sociais e interessa a todas as pessoas. Então é preciso estudar e entender gênero, sua construção e suas implicações para o desenvolvimento humano e para a vida coletiva. Vamos estudar gênero?

O documento pode ser acessado na íntegra clicando aqui.

Eu não sou um homem fácil

Scripts de gênero e sexuais em tela.

Um machista inveterado prova de seu próprio veneno ao acordar em um mundo dominado por mulheres, onde entra em conflito com uma poderosa escritora.

“Eu não sou um homem fácil” é um filme francês que estreou na Netflix em abril de 2018, com direção de Eleonore Pourriat, que também assina o roteiro com Ariane Fert. Na história, um sujeito machista que, após bater a cabeça num poste por estar olhando para mulheres do outro lado da rua, acorda em um mundo onde as mulheres ocupam os comportamentos e os lugares comumente relacionados aos homens na sociedade.

Por meio da narrativa, com tons de humor devido às vivências inusitadas do protagonista e a própria percepção do espectador para com as analogias construídas, o filme permite pensar acerca da desigualdade entre os gêneros, tanto em termos de oportunidades quanto de simples valores éticos e morais.

Pode-se reconhecer os scripts de gênero e sexuais – aquelas expectativas acerca dos sujeitos com base em seu sexo biológico – presentes no mundo contemporâneo na medida em que estes vão sendo obrigatoriamente desnaturalizados aos olhos do personagem principal e, em consequência, de quem assiste ao filme também. Tudo acaba sendo uma grande provocação na narrativa, desde a linguagem corporal, o lugar de privilégio e o sexismo, que está em todo lugar e a todo o momento, mesmo na inversão do que se convém para os gêneros.

De maneira não usual e colocando sob suspeita todas as convenções do que seria um universo masculino ou feminino, “Eu não sou um homem fácil” se propõe a fazer quem assiste ao filme (re)pensar sobre seu comportamento e sua própria identidade como sujeito de um gênero e de uma sexualidade. Os scripts são problematizados no filme e negociam, por meio de sátiras e sutilezas, identidades e lugares de fala e de escuta na medida em que são interpelados pelas novas relações de poder que são estabelecidas.

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