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Saiba quais são os principais tipos de dor de cabeça que afetam as crianças

Cefaleia nos pequenos e nos adolescentes é bastante comum e geralmente não costuma ser grave; entenda

Por Redação
Publicado em: 02.05.2022 às 05:21 Última atualização: 02.05.2022 às 11:55

Se o seu filho está se queixando de dor de cabeça, não se assuste: a cefaleia nas crianças e adolescentes é bastante comum e geralmente não costuma ser grave. Os dois principais tipos são a enxaqueca - que pode atingir cerca de 9% das crianças pequenas e 23% dos adolescentes - e a cefaleia tensional, muito frequente nos jovens, especialmente no início adolescência.

Principais gatilhos para dor de cabeça das crianças são alterações ambientais, fatores emocionais, qualidade do sono ruim, alterações hormonais e alimentação
Principais gatilhos para dor de cabeça das crianças são alterações ambientais, fatores emocionais, qualidade do sono ruim, alterações hormonais e alimentação Foto: Adobe Stock

A enxaqueca normalmente é caracterizada por uma dor latejante, mais pulsátil, geralmente dos dois lados da cabeça, associada a náusea e vômito, além da aversão à luz e ao barulho. Pode ou não vir acompanhada de dor abdominal e de alterações visuais, conhecido como aura.

A dor de cabeça tensional, no entanto, ocorre quando há um tensionamento da musculatura, é um pouco mais leve e pode ocorrer dos dois lados da cabeça, sem sintomas de náusea e vômito.

As dores são divididas em dois grupos: a dor primária, que não tem uma causa específica e a dor secundária, que tem um fator desencadeador que pode ser uma infecção aguda, uma lesão cerebral, uma hidrocefalia, um problema vascular ou até mesmo um tumor, sendo que os tumores cerebrais como causa de dores de cabeça nas crianças e adolescentes são incomuns. (Agência Einstein)

Gatilhos mais comuns

Segundo a neuropediatra Rejane Macedo, do Hospital Israelita Albert Einstein, existem alguns gatilhos e fatores ambientais que costumam estar associados ao surgimento da cefaleia nas crianças e adolescentes, por isso é tão importante avaliar detalhadamente a história do paciente (se ele tem um histórico de dor e piorou ou se é uma dor que acabou de começar), o padrão da dor, a frequência que a criança se queixa e se existe uma predisposição por causa de histórico familiar.

Os principais gatilhos são alterações ambientais, fatores emocionais, qualidade do sono ruim, alterações hormonais (comum em adolescentes na fase da puberdade) e a alimentação (com abuso de corantes artificiais, embutidos, alguns tipos de queijo, cafeína, entre outros).

Os sinais de alerta para que os pais busquem ajuda médica são: observar se a dor é aguda; verificar se é uma dor que vem piorando com o tempo; e avaliar se houve uma mudança de padrão no tipo da dor e a frequência das queixas apresentadas pela criança.


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