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Saiba quais são os fatores de risco para o câncer de ovário

O início da doença não costuma apresentar sintomas, mas alguns sinais e riscos levam à necessidade de buscar um médico

Por Redação
Publicado em: 09.05.2022 às 05:54 Última atualização: 09.05.2022 às 10:25

O câncer de ovário é a segunda neoplasia ginecológica mais frequente nas mulheres - em primeiro lugar, está o câncer de colo uterino -, correspondendo a cerca de 3% dos tumores em mulheres, segundo dados de 2020 do Instituto Nacional de Câncer.

Câncer de ovário representa cerca de 3% dos tumores em mulheres
Câncer de ovário representa cerca de 3% dos tumores em mulheres Foto: Adobe Stock

Entre os complicadores desse tipo de tumor está o fato de os sintomas muitas vezes só aparecerem em fases mais avançadas da doença. Além disso, não existem estratégias de prevenção bem estabelecidas.

Por esses motivos, o Dia Mundial do Câncer de Ovário, em 8 de maio, foi criado para alertar a população sobre a procura ao médico na presença do menor sinal dos primeiros sintomas e solicitar uma atenção redobrada das mulheres com fatores de risco e histórico familiar.

"Até o momento, não existem evidências científicas de que estratégias de rastreamento sejam benéficas para essa patologia. Para um diagnóstico mais precoce, torna-se importante que as pacientes estejam atentas aos sintomas e procurem a avaliação médica o mais rápido possível na presença destes, para realização de exames diagnósticos e poder Iniciar o tratamento com brevidade", explica Christina Oppermann, oncologista do Centro Integrado de Oncologia do Hospital Mãe de Deus.

Dificuldades no diagnóstico precoce

O início do câncer nos ovários não costuma apresentar sinais e sintomas, destaca a médica, o que dificulta o diagnóstico em estágios mais precoces. Mas na presença de qualquer um destes sintomas, é importante procurar um médico: dor abdominal ou pélvica; aumento do volume abdominal; emagrecimento repentino e sem motivo; fadiga generalizada.

Além disso, é importante observar os fatores de risco. A incidência da doença começa a aumentar a partir dos 50 anos. Constituem fatores de risco a obesidade, nunca ter tido um filho, menarca precoce, menopausa tardia, reposição hormonal, síndrome de ovários policísticos e endometriose, além das mutações já citadas e da história familiar de câncer de mama, cólon e ovário.

No diagnóstico de doença inicial e em mulheres jovens, sem prole completa, pode ser possível realizar o tratamento cirúrgico curativo com preservação da fertilidade. O tratamento inclui cirurgia, quimioterapia e uso de drogas-alvo.


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