Publicidade
Botão de Assistente virtual
Cotidiano | ABC Pra Você | Viver com saúde PAUSA PARA O CUIDADO

Pensar pode mesmo cansar o seu cérebro

Acompanhe dicas para ajudar a usar a cuca de forma mais eficiente e também para um descanso eficiente

Publicado em: 20.05.2022 às 05:23

Assim como todo corpo, o cérebro também se cansa e dá alguns sinais sobre isso. E é preciso entender por que ele responde desta forma.

O cérebro humano é um órgão incrível, mas, assim como a própria natureza humana, ele também é limitado e se cansa
O cérebro humano é um órgão incrível, mas, assim como a própria natureza humana, ele também é limitado e se cansa Foto: Adobe Stock

Nosso cérebro funciona com vários ciclos ao mesmo tempo. Tudo começa quando estou concentrado em uma tarefa, o que exige atividade mental específica e energia do cérebro. "A partir do momento que o cérebro troca informações entre si e as células vizinhas liberam adenosina, que nada mais é do que uma substância 'protetora' que impede a hiperativação dos nossos neurônios. A liberação da adenosina resulta na sensação de fadiga. É o que sentimos quando nos sentimos cansados após uma atividade muito intensa ou longa", detalha a neurocientista do Supera, Livia Ciacci.

Uma vez fadigado,o cérebro já não produz como antes, o que explica a importância da pausa. "Uma das principais confusões é a de que a produtividade está ligada à exaustão, o que, em termos científicos não faz sentido, uma vez que o cérebro em estado constante de fadiga não consegue responder da mesma forma", diz.

Livia indica a técnica Pomodoro que sugere, entre outras coisas, um foco de 25 minutos seguido de um descanso de 5 minutos, até completar duas horas de tarefa e, como recompensa, um descanso de 30 minutos.

Desenvolva habilidades

Não tente guardar tudo na cabeça: o cérebro não foi feito para gravar tudo! Use ferramentas externas para registrar ideias e informações: anote ou desenhe tudo que faz sentido e será útil para você, libere espaço mental.

Questione sempre: o hábito de questionar e de não ter medo de mudar de ideia pode tornar o pensamento mais flexível, e consequentemente, mais eficiente.

Otimize: quanto maior o número de decisões que tomamos, menos energia (e menos qualidade de raciocínio) temos para as próximas decisões! A dica é diminuir os atritos de decisão e a rotina aqui é nossa aliada. Deixar o cardápio da semana pronto, a roupa do dia seguinte separada, a agenda visível e organizada são hábitos que poupam o cérebro de tomar uma série de pequenas decisões, que no fim das contas, somam um grande volume!

Pense com o corpo: pensar sobre um problema caminhando, dançando, ou apenas desenhando e colando post'its pode amplificar sua capacidade de percepção!


Quer receber notícias como esta e muitas outras diretamente em seu e-mail? Clique aqui e inscreva-se gratuitamente na nossa newsletter.

Gostou desta matéria? Compartilhe!
Encontrou erro? Avise a redação.
Publicidade
Matérias relacionadas

Olá leitor, tudo bem?

Use os ícones abaixo para compartilhar o conteúdo.
Todo o nosso material editorial (textos, fotos, vídeos e artes) está protegido pela legislação brasileira sobre direitos autorais. Não é legal reproduzir o conteúdo em qualquer meio de comunicação, impresso ou eletrônico.