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Notícias | Cachoeirinha INVESTIGAÇÃO

Mãe e filho presos por desaparecimento de casal de Cachoeirinha são transferidos para presídios estaduais

Advogado diz que irá pedir 'relaxamento da prisão' ao Judiciário em audiência de custódia nesta segunda-feira (9)

Por Juliano Piasentin
Publicado em: 09.05.2022 às 17:11 Última atualização: 09.05.2022 às 17:13

Presos na última sexta-feira (6), os suspeitos do desaparecimento do casal de Cachoeirinha já foram transferidos da Delegacia de Polícia de Pronto Atendimento (DPPA) de Gravataí para penitenciárias da Região Metropolitana de Porto Alegre. Rubem Heger, 85 anos, e Marlene Heger Stafft, 54, estão sumidos há aproximadamente dois meses.

A filha de Rubem, Cláudia de Almeida Heger, 51 anos, foi encaminhada para a Penitenciária Estadual Feminina de Guaíba; enquanto o filho dela, Andrew Heger Ribas, 28, foi levado para a Penitenciária Estadual de Sapucaia do Sul.

Filha de idoso que desapareceu com a esposa é suspeita do crime
Filha de idoso que desapareceu com a esposa é suspeita do crime Foto: Polícia Civil
Responsável pela defesa de mãe e filho, o advogado Rodrigo Schmitt afirmou que havia feito um pedido de avaliação médica, o que fora negado pelo juiz plantonista. “Minha cliente tem problemas de saúde, precisa tomar insulina, remédios para pressão alta... Além disso, o Andrew tinha uma consulta marcada com o psiquiatra no Hospital Universitário.”

Conforme o advogado, uma audiência de custódia deve ocorrer a partir das 17h30 desta segunda-feira (9), no Fórum de Cachoeirinha. “Vou pedir um relaxamento da prisão ao magistrado. Na fundamentação da preventiva, diz que existe risco de fuga. Meus clientes estão sendo investigados há dois meses e nunca deixaram de colaborar quando foram procurados, tanto que a prisão de ambos foi feita em casa”, sustenta. 

Schmitt alega ainda que segue sem ter acesso ao processo, o que espera que ocorra durante a audiência em que o Judiciário busca saber quais foram as circunstâncias da prisão. “Ainda não tive acesso a nada", afirma. "Eles estão presos por um crime que nem sabemos se realmente aconteceu."

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