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Notícias | Rio Grande do Sul 'Sem Justiça não há paz'

Manifesto pede justiça pela morte de Beto, homem negro morto em supermercado

Protesto está marcado para as 18 horas de hoje em frente à unidade do bairro Passo D'Areia, onde o crime aconteceu na noite desta quinta-feira

Por Susi Mello
Publicado em: 20.11.2020 às 11:00 Última atualização: 20.11.2020 às 11:01

O manifesto "Sem Justiça não há paz", pede justiça por João Alberto Silveira Freitas, de 40 anos, conhecido como Beto. Ele foi morto por segurança e policial militar temporário em um supermercado Carrefour de Porto Alegre. O protesto está marcado para as 18 horas em frente à unidade do bairro Passo D'Areia, onde o crime aconteceu na noite desta quinta-feira (19). 

"A ideia do manifesto é realmente demarcar o racismo, mostrarmos para a sociedade que não é um episódio isolado. É para as pessoas pensarem o que está levando a essa violência contra os negros. As aparências são diferentes, mas em essência são todos seres humanos, independente da cor, gênero e orientação sexual", declara o integrante do Movimento Negro Unificado do Rio Grande do Sul, o médico aposentado, Marco Antônio Pontes de Jesus, 63 anos, dos quais 49 envolvidos com o movimento negro.

O médico aposentado conta que em sua trajetória no movimento já ocorreram várias situações semelhantes, mas não com morte. "Ele (mercado) tem um histórico de agressão a negros, que já chegou ao nosso conhecimento, mas nunca com óbito. Sempre foi com agressão", frisa.


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